Qualidade do Ar Interno (QAI) é frequentemente negligenciada na gestão de infraestrutura predial, apesar de ser o principal vetor de patologias ocupacionais. Mobiliários compostos emitem formaldeído (HCHO) de forma perene via desgaseificação (off-gassing), elevando a concentração de poluentes em ambientes saturados.
Sintomas como cefaleia, fadiga e irritação de mucosas são subdiagnosticados devido à ausência de monitoramento quantitativo. Este estudo apresenta a implementação de uma infraestrutura de monitoramento contínuo, convertendo variáveis ambientais em indicadores acionáveis para otimização de ventilação, mitigação de riscos e gestão de ativos.